Endless, Nameless

O título poderia bem exemplificar minha paixão por esse gênero de gaming de nicho, ao qual estou sempre perpetuamente voltando.  E já faz tempo!  Minha última postagem aqui é de 2010, quando eu estava entusiasmado com o Wii! rsrs

Porém, além disso e de ser uma canção do Nirvana, também é um jogaço de 2012 escrito por um dos melhores autores do gênero — Adam Cadre.  Não por acaso, fã do Nirvana.

Essa pequena gema é um dos melhores e mais surreais interactive fiction que joguei em um bom tempo.  Inicialmente, parece um mero despretensioso port, uma atualização de um game retrô do gênero, Endless Quest, escrita por um sysadmin de antigo BBS chamado Nameless.  Nos créditos iniciais do game, Nameless indica que deu um upgrade importante ao game original:  um fim e assim o rebatizou para Nameless Quest.  A partir daí, o game segue como um velho text-adventure no melhor estilo Zork, com espadas, trolls, dragões.  Até um certo momento em que a metasemântica característica de Cadre entra em cena para combinar o melhor dos modernos interactive fiction com os puzzles e gameplays clássicos dos text-adventures.

Terá fim a aventura, afinal?  Seja um co-autor desse interactive fiction sem nome… 🙂

Experimente online: Endless, Nameless

download para uso com um dos terps.  Não recomendo o Gargoyle, pois não tem cores.

Comandos em IF

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